Dados do clube
Fundação
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19/03/2011 (14 ANOS)
Região
DESBRAVADORES | 3ª REGIÃO
Endereço
AV. PICO DA BANDEIRA, 07 - LIBERDADE
ALTO CAPARAÓ - MINAS GERAIS
36979000
Reunião principal
DOMINGO
15:00:15
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Histórico de Classificação
De Luzeiros a Guardiões
Se os primeiros anos da igreja foram marcados por lamparinas acesas na escuridão das montanhas, os anos 1990 trouxeram uma nova chama — agora nas mãos de adolescentes uniformizados, com lenços ao pescoço e brilho nos olhos.
A década de 1990 foi um tempo de grandes feitos para a Igreja Adventista do Sétimo Dia de Alto Caparaó. Por volta de 1996, mudou-se para a cidade o casal Cassiano Zedan e Gilza Trentini, vindos de São Paulo. Eles não trouxeram apenas malas; trouxeram visão. Eram desbravadores de coração, e ao contemplarem as montanhas do Caparaó, as matas fechadas, as cachoeiras escondidas e o relevo desafiador, enxergaram ali o cenário perfeito para algo maior.
“Este é o lugar dos sonhos para um clube de desbravadores.”
A ideia foi levada à igreja. A comissão avaliou. E aprovou.
Logo começaram as inscrições para o início das atividades do novo clube. Para fortalecer o projeto, juntaram-se a Cassiano e Gilza dois nomes importantes: Wellington Vital e Eliane Gomes. Agora havia diretoria. Havia propósito. Havia juventude pronta.
Faltava um nome.
A igreja inteira participou do processo. Cada membro pôde sugerir um nome. Depois vieram as votações, eliminações sucessivas, até restar o escolhido. O nome vencedor foi sugerido por Armando Junior:
Luzeiros da Colina.
E assim, no início de 1997, começaram oficialmente as atividades do Clube de Desbravadores Luzeiros da Colina — o primeiro clube da região.
Entre os que fizeram parte daquela primeira geração estavam: Armando Junior, Alan Jhones, Atila, André, Erwin, Thiago, Victor, Cintia, Michelle, Glaucia, entre outros.
O clube nasceu animado. Para muitos daqueles meninos e meninas, tudo era novidade. Aulas de nós e amarras. Estudo da natureza. Técnicas de sobrevivência. Fogueiras acesas sob o céu estrelado do Caparaó. O uniforme representava pertencimento; o lenço, identidade; o grito de guerra, união.
O primeiro acampamento aconteceu em um local chamado Pedregulho. Ali, sob o frio das montanhas e o calor da amizade, laços foram formados.
Naquela época, o pastor da igreja era Paulo Zan. Ele se encantou com a iniciativa e passou a incentivar outras igrejas do distrito a também organizarem seus clubes. Em um gesto visionário, levou um grupo de jovens de Carangola até Alto Caparaó para um dia de treinamento com Cassiano, na área da campal.
O que começou ali frutificou. Ao retornarem para Carangola, fundaram o Clube de Desbravadores Vigilantes da Mata.
O Luzeiros da Colina seguiu ativo até o início dos anos 2000, quando Cassiano e Gilza retornaram para São Paulo. Depois disso, houve tentativas de reativação, mas as iniciativas duravam pouco. A chama parecia ter diminuído — mas não se apagado.
O tempo passou. Uma nova geração cresceu. Novos filhos enchiam os bancos da igreja.
E o sonho voltou.
Em 2010, surgiu novamente o desejo de recomeçar. Um grupo de amigos, conversando, decidiu que era hora de levantar o clube outra vez. Em janeiro de 2011, em Capim Roxo, aconteceu um treinamento de diretoria com o pastor Paulo Machado.
De Alto Caparaó participaram: Mauro, Loren, Junior, Elisangela, Wellington, Eliane e Oneida.
Após o treinamento, reuniram-se e traçaram o planejamento para a abertura do clube. Assim como em 1997, foi feita uma votação para escolher o nome.
O nome escolhido foi:
Guardiões do Caparaó.
Em março de 19/03/2011 aconteceu a primeira reunião oficial do Clube de Desbravadores Guardiões do Caparaó, tendo como diretor Junior, os demais membros da diretoria eram: Elisangela, Mauro, Loren, Wellington, Eliane, Glauciléia, Rudson e Maria Oneida
A primeira caminhada do novo clube foi até o Vale Verde. Ali realizaram diversas atividades, reafirmando que o Caparaó continuava sendo um verdadeiro laboratório natural para a formação de líderes.
O primeiro acampamento foi realizado no terreno da casa do Renato, vizinho do diretor associado Mauro. Simples, mas cheio de significado. Como sempre fora na história daquela igreja: grandes começos em lugares humildes.
Em 2013, o clube participou de seu primeiro grande evento: o Intercamp da Fadminas, em Lavras. Foi mais que uma viagem — foi a confirmação de que o Guardiões do Caparaó agora fazia parte de algo maior.
Os desbravadores passaram a ser presença marcante no desfile de 7 de setembro, destacando-se com sua fanfarra e sua ordem unida. A comunidade observava com admiração aquela juventude disciplinada, organizada, firme.
O clube Guardiões do Caparaó passou a ser convidado para diversos eventos da região, representando não apenas a igreja, mas os valores que carregava.
O clube Guardiões formou futuros líderes. No ano de 2012 Robson Santos (Robinho) e Kamila eram conselheiros de unidades. Permaneceram aprendendo e ajudando durante 2 anos. Foi quando Robinho passou no vestibular de teologia do IANE na Bahia e foi seguir o sonho. Hoje Robinho virou Pastor Robson e ele é o departamental de desbravadores e aventureiros na associação mineira sul. Robinho e Kamila são lideres master avançados.
Agora, em 2026, o Clube de Desbravadores Guardiões do Caparaó completa 15 anos de história.
Mais de 150 adolescentes já passaram por suas fileiras nesse período.
Já exerceram a função de diretor: Junior, Mauro, Elisangela e Loren.
E os desbravadores seguem avante.
Prontos para cumprir a missão de tirar do pecado e guiar no serviço.
Firmes no propósito de levar a mensagem do advento ao mundo em sua geração.
E com a esperança viva de que, muito em breve, participarão do maior Campori de todos — o Campori no Céu.
Porque nas montanhas do Caparaó não se formam apenas trilhas.
Formam-se caráteres.
Formam-se líderes.
Formam-se missionários.
E enquanto houver um lenço erguido contra o vento frio das montanhas, haverá também um luzeiro brilhando na colina.
Se os primeiros anos da igreja foram marcados por lamparinas acesas na escuridão das montanhas, os anos 1990 trouxeram uma nova chama — agora nas mãos de adolescentes uniformizados, com lenços ao pescoço e brilho nos olhos.
A década de 1990 foi um tempo de grandes feitos para a Igreja Adventista do Sétimo Dia de Alto Caparaó. Por volta de 1996, mudou-se para a cidade o casal Cassiano Zedan e Gilza Trentini, vindos de São Paulo. Eles não trouxeram apenas malas; trouxeram visão. Eram desbravadores de coração, e ao contemplarem as montanhas do Caparaó, as matas fechadas, as cachoeiras escondidas e o relevo desafiador, enxergaram ali o cenário perfeito para algo maior.
“Este é o lugar dos sonhos para um clube de desbravadores.”
A ideia foi levada à igreja. A comissão avaliou. E aprovou.
Logo começaram as inscrições para o início das atividades do novo clube. Para fortalecer o projeto, juntaram-se a Cassiano e Gilza dois nomes importantes: Wellington Vital e Eliane Gomes. Agora havia diretoria. Havia propósito. Havia juventude pronta.
Faltava um nome.
A igreja inteira participou do processo. Cada membro pôde sugerir um nome. Depois vieram as votações, eliminações sucessivas, até restar o escolhido. O nome vencedor foi sugerido por Armando Junior:
Luzeiros da Colina.
E assim, no início de 1997, começaram oficialmente as atividades do Clube de Desbravadores Luzeiros da Colina — o primeiro clube da região.
Entre os que fizeram parte daquela primeira geração estavam: Armando Junior, Alan Jhones, Atila, André, Erwin, Thiago, Victor, Cintia, Michelle, Glaucia, entre outros.
O clube nasceu animado. Para muitos daqueles meninos e meninas, tudo era novidade. Aulas de nós e amarras. Estudo da natureza. Técnicas de sobrevivência. Fogueiras acesas sob o céu estrelado do Caparaó. O uniforme representava pertencimento; o lenço, identidade; o grito de guerra, união.
O primeiro acampamento aconteceu em um local chamado Pedregulho. Ali, sob o frio das montanhas e o calor da amizade, laços foram formados.
Naquela época, o pastor da igreja era Paulo Zan. Ele se encantou com a iniciativa e passou a incentivar outras igrejas do distrito a também organizarem seus clubes. Em um gesto visionário, levou um grupo de jovens de Carangola até Alto Caparaó para um dia de treinamento com Cassiano, na área da campal.
O que começou ali frutificou. Ao retornarem para Carangola, fundaram o Clube de Desbravadores Vigilantes da Mata.
O Luzeiros da Colina seguiu ativo até o início dos anos 2000, quando Cassiano e Gilza retornaram para São Paulo. Depois disso, houve tentativas de reativação, mas as iniciativas duravam pouco. A chama parecia ter diminuído — mas não se apagado.
O tempo passou. Uma nova geração cresceu. Novos filhos enchiam os bancos da igreja.
E o sonho voltou.
Em 2010, surgiu novamente o desejo de recomeçar. Um grupo de amigos, conversando, decidiu que era hora de levantar o clube outra vez. Em janeiro de 2011, em Capim Roxo, aconteceu um treinamento de diretoria com o pastor Paulo Machado.
De Alto Caparaó participaram: Mauro, Loren, Junior, Elisangela, Wellington, Eliane e Oneida.
Após o treinamento, reuniram-se e traçaram o planejamento para a abertura do clube. Assim como em 1997, foi feita uma votação para escolher o nome.
O nome escolhido foi:
Guardiões do Caparaó.
Em março de 19/03/2011 aconteceu a primeira reunião oficial do Clube de Desbravadores Guardiões do Caparaó, tendo como diretor Junior, os demais membros da diretoria eram: Elisangela, Mauro, Loren, Wellington, Eliane, Glauciléia, Rudson e Maria Oneida
A primeira caminhada do novo clube foi até o Vale Verde. Ali realizaram diversas atividades, reafirmando que o Caparaó continuava sendo um verdadeiro laboratório natural para a formação de líderes.
O primeiro acampamento foi realizado no terreno da casa do Renato, vizinho do diretor associado Mauro. Simples, mas cheio de significado. Como sempre fora na história daquela igreja: grandes começos em lugares humildes.
Em 2013, o clube participou de seu primeiro grande evento: o Intercamp da Fadminas, em Lavras. Foi mais que uma viagem — foi a confirmação de que o Guardiões do Caparaó agora fazia parte de algo maior.
Os desbravadores passaram a ser presença marcante no desfile de 7 de setembro, destacando-se com sua fanfarra e sua ordem unida. A comunidade observava com admiração aquela juventude disciplinada, organizada, firme.
O clube Guardiões do Caparaó passou a ser convidado para diversos eventos da região, representando não apenas a igreja, mas os valores que carregava.
O clube Guardiões formou futuros líderes. No ano de 2012 Robson Santos (Robinho) e Kamila eram conselheiros de unidades. Permaneceram aprendendo e ajudando durante 2 anos. Foi quando Robinho passou no vestibular de teologia do IANE na Bahia e foi seguir o sonho. Hoje Robinho virou Pastor Robson e ele é o departamental de desbravadores e aventureiros na associação mineira sul. Robinho e Kamila são lideres master avançados.
Agora, em 2026, o Clube de Desbravadores Guardiões do Caparaó completa 15 anos de história.
Mais de 150 adolescentes já passaram por suas fileiras nesse período.
Já exerceram a função de diretor: Junior, Mauro, Elisangela e Loren.
E os desbravadores seguem avante.
Prontos para cumprir a missão de tirar do pecado e guiar no serviço.
Firmes no propósito de levar a mensagem do advento ao mundo em sua geração.
E com a esperança viva de que, muito em breve, participarão do maior Campori de todos — o Campori no Céu.
Porque nas montanhas do Caparaó não se formam apenas trilhas.
Formam-se caráteres.
Formam-se líderes.
Formam-se missionários.
E enquanto houver um lenço erguido contra o vento frio das montanhas, haverá também um luzeiro brilhando na colina.
Clube sem membros desabilitado por inatividade em 60 dias/Club sin miembros deshabilitado por inactividad en 60 días