Club de Conquistadores Antares
Associação Planalto Central

Los datos presentados aquí son de responsabilidad de la directiva del club Antares
Antares

Antares

Conquistadores

  • Miembros 7
  • Directiva 12
  • Total 19

Datos del Club

Fundación

03/11/1997 (21 AÑOS)


Región

GAMA γ - MACRO CENTRAL- DESBRAVADORES


Dirección

CEF 405 - RECANTO DAS EMAS
BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL
72630-358


Reunión principal

DOMINGO
09:00:00


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Clasificación

1997

O clube de desbravadores Antares foi criado no ano de 1997, neste ano foi estabelecido em comissão o nome e seu primeiro diretor, André Luís, no entanto o irmão chegou somente a fazer uma reunião e não houve mais nenhuma.

1999

Em 1999 a igreja pediu para que fosse novamente votado um outro diretor afim de ativar o clube, foi votado o irmão Eduardo como diretor, neste ano várias crianças da igreja e comunidade realizaram suas inscrições, e apesar do clube não ter ninguém que já houvesse participado do ministério a frente a mão de Deus encorajou alguns irmãos a auxiliarem, mas infelizmente não durou muito tempo, até que... Vou deixar o diretor da época contar:

2002 - 2007 ( Por Felipe Silva)

O Antares foi o primeiro clube que eu fundei, me orgulho muito disso. Eu era um Desbravador apaixonado pelo clube que me criou e tinha um sonho de ser diretor por lá algum dia. Cheguei a ser diretor associado, mas senti o chamado de Deus e larguei tudo para assumir a missão de criar ali o primeiro clube de Desbravadores do Recando das Emas.

Em 2002 eu fui nomeado diretor associado, porém o projeto parou no meio do ano. Dois meses depois a comissão de nomeação da igreja me elegeu sem votação, de forma unanime. Assumi em 2003 sob a gestão do irmão Delvair, ele era o Diretor da igreja na época.

Lembro que no meu primeiro dia de trabalho ele me procurou e disse: Tudo o que temos do clube é esta revista o nome o nome do clube, se chama Antares". Ele me deu uma revista que falava sobre os Desbravadores.

Montei uma equipe com alguns jovens da igreja na época. Iniciei os trabalhos com uma reunião com os associados onde nomeados os demais cargos da diretoria do clube. Após alguns dias de planejamento, nos reunimos em frente a igreja pela primeira vez, sob o meu comando.

De cara eu já senti as dificuldades que teria. Ninguém tinha dinheiro, inclusive eu. Eu sabia que seria quase impossível fazer uma camisa para o nosso uniforme, por exemplo. Sem recursos, o que fiz foi fechar o grupo. Minha estratégia foi criar atividades atrativas, brincadeiras que integrassem os meninos, ordem unida para que eles se acostumassem com o meu comando e já tivessem ali as primeiras noções sobre disciplina. (muitos eram indisciplinados).

Não demorou muito e os resultados começaram a aparecer. Alguns pais sinalizaram melhora dos filhos em casa, mas mesmo assim o clube não tinha o apoio nem dos pais e nem da igreja, ninguém acreditava que daria certo. Para muitos, o projeto ia parar no meio do ano, como sempre acontecia quando alguém resolvia assumir o clube.

A coisa complicou ainda mais depois de um problema grave que tivemos. Uma briga generalizada entre eu e os membros da direção, e todos eles saíram do clube e eu fiquei sozinho. No domingo seguinte eu reuni o clube para anunciar o fim do projeto. No meu discurso eu disse que estava sozinho, não tinha apoio de ninguém e muitos diziam que o clube ia acabar. Foi quando a Nayara, na época com 12 anos, se não me engano, me interrompeu e disse que se eles acreditavam que o clube acabaria, cabia a nós trabalhar e mostrar que eles estavam errados. Eu nunca me esqueci de uma frase que ela disse naquele dia: "Eu tenho o sonho de ser Desbravadora e você tem obrigação de me ajudar". Ela conseguiu mexer no meu ego naquele dia.

Eu recebi ali uma carga de animo como nunca, com os olhos cheios de lagrimas eu lembro de ter dito ao clube, não mais que dez meninos, que a partir daquele dia, enquanto tivesse um Desbravador ali eu iria lutar por ele com todas as minhas forças. Naquele mesmo dia, a noite, eu comuniquei o Fábio, 16 anos na época, que ele seria meu diretor associado. Uma parceria incrível brotou ali.

Cerca de um ano depois, Deus me fez ver o Antares entrar na igreja da 403 completamente uniformizado. Naquele dia a primeira investidura do clube investiu 100% do efetivo em lenço, uns 25 ao todo. Um verdadeiro tapa nos críticos que insistiam em dizer que o clube acabaria.

Terminei minha gestão em 2007 e acho que o saldo foi positivo, além do nome do clube e da revista, entregamos:

1) Clube com mais de 30 membros, todos com uniforme de gala e atividades, completo.
2) 12 Barracas novas.
3) 3 acampamentos de clube
4) Primeiro lugar isolado no acampamento de instruções das regiões da Samambaia, Recanto e Santo Antonio
5) 4 Investiduras de classe
6) Padrão ouro nos dois camporis que participamos, Aplac em 2006, UCOB em 2007

Deixei o clube em uma cerimonia no inicio de 2008. Um chororô danado. Minha última ação como diretor foi comandar uma ordem unida no final, com todos os membros que passaram pela minha gestão, quase 50 pessoas em forma.
Sei que depois da minha saída o clube passou ainda por muitos problemas, mas que alegria é saber que todos foram superados com a garra de sempre! Tenho muito orgulho de ter feito parte desta história.

2008

Olá, meu nome é Amanda dos Santos Lima Marinho e fui diretora do Clube Antares no auge dos meus dezoito anos, em 2008. Fui a primeira diretora após o Felipe Silva, mais conhecido como Farrapo. Imagine só a responsabilidade, o Felipe foi um dos responsáveis por estruturar o clube e imprimir uma identidade no mesmo. Apesar da grande responsabilidade eu não estava só, tinha a Nayara P. de Oliveira e o Fábio Duarte como meus diretores associados.

Os integrantes do clube variavam entre vinte e duas e trinta pessoas, contando direção e desbravadores. As atividades ocorriam normalmente com estudo bíblico, cantinho do cartão, cantinho da unidade, ordem unida e brincadeiras. Naquele ano fizemos dia mundial e investidura. Se não fosse pelo acampamento de rala o ano transcorreria normalmente como ocorre em todo clube de desbravadores.

O acampamento de rala foi planejado desde o ano anterior, toda a direção se movimentava para esse acampamento. Contudo, não imaginamos as dificuldades que ocorreram. Para explicar melhor essas dificuldades tenho que relembrar que assumi o clube após a gestão do Felipe. Não sabia, mas fui escolhida porque a comissão da igreja queria mudanças no clube, e sofri na pele por isso.
O acampamento se aproximava e fomos pedir a autorização para a comissão da igreja, aí começaram nossos obstáculos. A comissão decidiu que não poderíamos cozinhar no sábado. Tentei explicar que eu levaria crianças, que elas precisavam comer, expliquei que era comum cozinhar no sábado em todos os acampamentos, disse que nos eventos oficiais da igreja existem pessoas que cozinham no sábado. Apesar de tudo isso, fomos proibidos de cozinhar no sábado, e para garantir que a ordem fosse obedecida, o ancião jovem foi incumbido a acompanhar o clube. O ancião encarregado foi o Sandro Gárcia, graças a Deus ele foi o escolhido, mas a frente entenderá o motivo.

Partimos rumo ao acampamento de rala, todos animados, e com o lanche de sábado preparado. Fizemos uma caminhada do ônibus até o Tororó, ao chegar ao local montamos as barracas, fizemos um culto e dormimos.
Para chegar ao local de acampamento é necessário descer por uma trilha íngreme até uma clareira plana e circundada por cerrado. O redor dessa clareira também é íngreme, e em uma margem da clareira passa o Ribeirão Santana

Ao acordar, percebemos ao longe um foco de incêndio. E toda a direção começou a ficar preocupada com isso. Rapidamente o fogo se aproximava, então decidimos desmontar o acampamento e tirar as crianças dali. Alguns membros da direção ainda tentaram apagar o fogo, infelizmente não conseguiram.
Tiramos as crianças da clareira e levamos para o ônibus, lá servimos o lanche preparado para o almoço. Eu já estava triste, pois o nosso acampamento acabaria ali. O Sandro que era o ancião e acompanhava o clube sugeriu que fossemos para a chácara dele, e mais que isso, pagou o ônibus até lá. Apesar de abatidos partimos do Tororó rumo a chácara do Sandro. Fizemos um pequeno rala na chácara e o acampamento terminou bem Apesar de todas as dificuldades, Deus encaminhou pessoas para ajudar nesse episódio. Eu sou muito grata a Deus, a toda direção, ao Sandro e a Cínthia por terem ajudado.
O acampamento que pegou fogo ficou na memória de todos os desbravadores, e se o objetivo do acampamento de rala era prepará-los para perseguição, ali tivemos uma boa amostra do que pode ocorrer. Espero ter ajudado a preparar aquelas crianças.
Era muito jovem quando assumi o clube, tentei fazer o melhor, me esforcei, me empenhei e contei com ajuda de amigos queridos. Tive dificuldades, algumas comuns de todo clube de desbravadores, outras causadas pela própria comissão da igreja, mas em tudo Deus nos ajudou.
Quem já participou do Clube Antares sabe que em nossas artérias e veias passam estrelinhas laranjadas além de hemácias. E foi um grande privilégio ser diretora desse clube. Desejo que o clube continue crescendo e ajudando outras crianças a terem amigos que levarão para a vida, e acima de tudo, que essas crianças possam conhecer a Deus.

2009

Em 2010 asssume o clube foi o Fábio dos Santos Duarte, ele já estava no clube desde da época do Felipe Silva, desde 2002 estava atuando no clube como diretor associado, neste ano tínhamos no clube cerca de 40 a 45 desbravadores, realizamos algumas gincanas e fizemos um acampamento de instrução com o Clube sigma do Oitante no Haras do Morro, no entanto, em agosto do mesmo ano o clube ficou inativo novamente.

2010

Em 2010 quem assumiu o clube foi o Márcio Milhomem, neste ano tínhamos cerca de 30 desbravadores, realizamos algumas gincanas e fizemos um acampamento de na fazenda Canaã.

2011

Me chama Fábio Duarte e fui diretor do clube Antares em 2 ocasiões, sendo os anos de 2009 e 2011. No período em que fui diretor tivemos vários planos e traçamos objetivos ousados, porém o trabalho não tinha continuidade devido a vários fatores como: Falta de gente para compor a liderança, dificuldades com a comissão da igreja, falta de desbravadores.
Nesse período como diretor cheguei a me frustar bastante, pois o apoio que esperava ter não veio e as atividades necessárias não ocorriam gerando assim um desânimo em está levando a frente o cronograma do clube.
Receber a honra de ser diretor do clube Antares foi uma grande emoção, pois todos que amam o clube almejam em algum momento esse cargo.
E o sentimento de derrota veio quando não foi possível levar o clube a frente, por conta dos problemas

2012

Em 2011 quem assumiu o clube foi o Fábio Vidal, ele já tinha muito experiencia no ministério e auxiliou o clube Antares, neste ano o clube teve acampamentos e investiduras, também participaram do II Campori da UCOB, mas após setembro novamente o clube ficou inativo e teve todos os seus itens furtados, sumiram com troféus, bandeiras e as barracas, foi algo estarrecedor para todo o clube, após este campori ficou inativo novamente.

2013

Em 2012 novamente assume a liderança do clube o Fábio dos Santos Duarte. Infelizmente aqui já não tínhamos tantos desbravadores, pois os juvenis da igreja estavam desmotivados e descrente , em agosto o clube ficou inativo novamente.

2014 - 2018

Minha história como diretora começa aqui..rsrrs
Me chamo Nayara Oliveira, pois é, sou a menina citada no relato do Felipe Silva em 2002, lá eu tinha 12 anos, hoje estou com 28 anos..rsrsr
Sempre sonhei em ser diretora, desde os meus 10 anos, com o tempo fui vendo o clube que me fez conhecer a Cristo e amar este ministério tendo vitórias e derrotas, o que me frustrava bastante, pois em 2010 me tornei secretária de campo a APlaC e seguindo orientação de meu chefe, eu não poderia ser diretora de nenhum clube, e foi bem que nessa época que o clube mais precisou de mim.
Em 2013 eu retornei ao clube, estava muito animada, no entanto me frustrei muito, senti que o clube não era mais o mesmo e questionei se de fato poderia ser diretora em algum momento.
Em 2013 eu era diretora do clube de aventureiros, estávamos em nosso melhor momento, até que no final do ano após a comissão de nomeação, eu fui escolhida para ser a nova diretora do clube de Desbravadores e com a responsabilidade de reativá-lo.
Confesso que por muito tempo eu sempre sonhei em ser a diretora do Antares, mas assumir um clube que não tinha mais nada, sem desbravadores e sem direção era um desafio gigante, mas Deus havia me chamado, ele me capacitaria, disso nunca tive dúvidas.
Então após participar do Campori da DSA em janeiro de 2014, eu orei ao Senhor e pedir para que ele me deixasse como diretora até o próximo campori, que seria em 2019, que juntos nós iríamos levar o clube Antares para o seu primeiro campori da DSA.
A primeira coisa que fiz foi fazer o meu planejamento anual e abrir as inscrições para a direção, me lembro de termos conseguido 11 pessoas, após abrimos para os desbravadores, tínhamos 4 juvenis, foi sofrido olhar pro meu clube de desbravadores e não ter praticamente as crianças, mas Deus me fortaleceu e neste primeiro ano, eu trabalhei muito a estrutura do clube, sua organização e fortalecimento.
Em nossa primeira investidura, tínhamos 3 pessoas na direção e 22 desbravadores, Deus foi muito bondoso comigo, tínhamos o apoio da igreja em acreditar em nós, mas nenhum apoio financeiro, os pais não eram presentes.



Ao longo dos anos, sempre trabalhei muito com a direção e os desbravadores para que eles entendessem que a responsabilidade do clube eram de todos, que este clube nunca mais deveria ficar inativo, pois estávamos ali para Salvar do Pecado e Guiar no Serviço, ao longos dos anos fui vendo muitas pessoas que jamais imaginei estarem no clube participando ativamente, vi pessoas que nunca imaginei longe do clube ainda não terem voltado, tive o privilégio de auxiliar no batismo de mais de 15 juvenis, vi crianças que foram meus aventureiros, se tornando desbravadores fortes, e comprometidos com o clube e acredito que serão os próximos diretores daqui uns 5, 10 anos.

Nestes 5 anos em que estive a frente do clube nós conquistamos muitas coisas, são elas:

1) Clube com mais de 30 membros, todos com uniforme de gala e atividades, completo.
2) 04 barracas novas de 08 lugares.
3) 4 acampamentos de instrução do clube.
4) Participação de todos os camporis da Associação Planalto Central com padrão 5 estrelas.
5) Participação de todos os camporis da União Centro Oeste Brasileira com padrão 5 estrelas.
6) 10 Investiduras de classes regulares e avançadas.
7) 5 cerimonias de admissão de lenço e 5 encerramentos, entre eles a comemoração do aniversário de 20 anos do clube.
8) Participação em todos os congressos de nossa Macro Região.
9) Participação de todas as olímpiadas e camporis online da DSA e APlaC.
10) Está entre os 5 melhores clubes de Ordem Unida da APlaC.
11) Está entre os 25 melhores clubes de Ordem unida da UCOB.
12) Com uma sede estabelecida no lote da igreja
13) Com alguns itens de patrimônio como: Bandeiras, Mastros, Trofeus, Colchoes, Armários, Itens de cozinha, etc..

Ao longo dos 5anos passamos por momentos onde pensei em desistir, mas olhava para os meninos e via neles um potencial gigante, tanto na direção como nos desbravadores.
Este clube me fez conhecer a Deus, se hoje sou quem sou e estou onde estou este clube me auxiliou muito! A história da minha família se mistura com a história do clube, os desbravadores amam as minhas meninas, e minhas filhas amam este ministério.
Enquanto escrevo este relato, estou finalizando a organização do clube para o Primeiro Campori da DSA e louvo muito a Deus por tanto, enumerei acima o que deixo escrito na história deste clube, mas o mais importante é que tenho certeza que a maioria dos juvenis que aqui participam, puderam escolher ter um relacionamento diferente com Deus, temos uma direção que trabalha ativamente para auxiliar o clube, todos são muito disciplinados e respeitosos, SOMOS BEM MAIS QUE UM CLUBE, SOMOS UMA FAMÍLIA.

Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.
Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;
E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.
De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.
E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

2 Coríntios 4:7-13


Ao longo destes 19 anos nós tivemos como diretores:
1997- André Luís
1998 - 1999 - Inativo
2000- Eduardo
2001 a 2002 - Inativo
2003- 2007- Felipe Silva
2008 - Amanda Lima
2009 - Fábio Duarte
2010 - Márcio Milhomem
2011- Fábio Duarte
2012 - Fábio Vidal
2013- Fábio Duarte
2014-2018- Nayara Oliveira
2019 - Fábio Duarte